domingo, 24 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
Porque você roda, roda, roda e continua ímpar
Porque as rapozas soam perto do lago e você não dorme
e agora, sim, meti a colher e agora, sim , não vou voltar
até cessarem seus medos e o seu orgulho
tudo vai ficar bem e voltará a ser, viu?
Solidão é catarse
Algumas pessoas duram pra sempre
Aquelas que não chegam no ato,
nem passam da mãos
e talvez nem pululem no coração
Podem estar no intestino, no baço, no reto;
mas ainda dentro de mim
Aquelas que não chegam no ato,
nem passam da mãos
e talvez nem pululem no coração
Podem estar no intestino, no baço, no reto;
mas ainda dentro de mim
terça-feira, 25 de março de 2008
Toda robustez e toda rebuscada
Amo de amor que sente sede mesmo bebendo um rio puro, límpido, insípido.
Amo de amor de vinho, mas sem sair da sobriedade.
Amo de pés que não aguentam o peito.Amo de escritos de carvão.De estrelas que brilham mortas.
Amo de areia que chupa sal. De fios que sangram vermelho a boca pálida.De guache que borra tinta.De café.De vapor.De xícara.De borra.De insônia.
Meu colchão que sente sede, na verdade.
Amo de amor de vinho, mas sem sair da sobriedade.
Amo de pés que não aguentam o peito.Amo de escritos de carvão.De estrelas que brilham mortas.
Amo de areia que chupa sal. De fios que sangram vermelho a boca pálida.De guache que borra tinta.De café.De vapor.De xícara.De borra.De insônia.
Meu colchão que sente sede, na verdade.


