Sabinada ( ou Estrebaria)
Mote: "Prefiro um asno que me carregue a um cavalo que me derrube."
De quando eu amava um cavalo, até que o mandei pastar.Hoje sou Inês Pereira.
Sem que seja possível escrever, ele pega o lápis e rabisca uma pauta. Sem que seja possível ver, ele observa e sente o lastro.
Mesmo que esteja olhando para o chão ele bebe, engole com força, peristalticamente. Mas já não há o porquê mais. Mas eu sempre digo mas e mais e mais porques. Esqueço os motivos e os grãos que o vento leva. Abro os olhos antes de dormir, sem força, voluntariamente. Têm cores no teto, têm pontos no ar.
A cortina esconde o quadro.Ele as fecha antes de dormir. Ele deita as pedras, mancha nas roupas, costura máquinas, veste estopa.
Ele não é real.Ele não é regência.
Resenha nos quadros, estona mãos. Não sabe nada. Soa notas e sua uréia. Cospe bala, coronel.
E os cavalos fogem relinchando. Até que em fim. E o fim é sempre mesmo.
De quando eu amava um cavalo, até que o mandei pastar.Hoje sou Inês Pereira.
Sem que seja possível escrever, ele pega o lápis e rabisca uma pauta. Sem que seja possível ver, ele observa e sente o lastro.
Mesmo que esteja olhando para o chão ele bebe, engole com força, peristalticamente. Mas já não há o porquê mais. Mas eu sempre digo mas e mais e mais porques. Esqueço os motivos e os grãos que o vento leva. Abro os olhos antes de dormir, sem força, voluntariamente. Têm cores no teto, têm pontos no ar.
A cortina esconde o quadro.Ele as fecha antes de dormir. Ele deita as pedras, mancha nas roupas, costura máquinas, veste estopa.
Ele não é real.Ele não é regência.
Resenha nos quadros, estona mãos. Não sabe nada. Soa notas e sua uréia. Cospe bala, coronel.
E os cavalos fogem relinchando. Até que em fim. E o fim é sempre mesmo.


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